quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Felicidade existe?

Olá Pessoal!

Postei esse texto para apoio na atividade da aula do dia 30/11.
O texto foi retirado da internet Fonte: http://www.espacoacademico.com.br/059/59esp_limafregonezzi.htm

Aproveite, a reflexão

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

50 dias sem mentir

  Crédito: DivulgaçãoFazia mais de um mês que não ia para a casa dos meus pais. Sábado de sol, com "comidinha especial para os filhos queridos". Família reunida, tarde gostosa. Mas minha mãe estava inquieta à mesa. Não ficou satisfeita com o risoto que preparara. "É, está apenas passável, mãe." Ela concordou, cabisbaixa. "Mas talvez o problema seja eu. Passei a noite em claro. Ainda estou meio doidão", disse, ao dar um belo gole de caipirinha. Silêncio. "Aliás, estou falando isso porque tenho que passar um tempo sem mentir para escrever uma reportagem. Posso usar esta conversa para abrir o texto? Sabe como é, as pessoas têm esse velho tabu de falar mal da comida da própria mãe, então acho que é um bom jeito de começar. Que tal?" Ela concordou, mas fez um alerta: "Tome cuidado com o jeito de falar as coisas".

Não queria fazer esta reportagem. Achei que corria o risco de sofrer uma lenta degradação social. Parar de fingir que atendo o celular para não falar com alguém? Deixar de usar a salvadora "Não ouvi o telefone tocar"? Era uma enrascada. Mas aceitei, por 2 motivos: 1 - levar uma vida 100% sincera levanta uma boa discussão sobre nossa relação com a mentira. 2 - eu gosto de aparecer. Informei-me sobre revistas e livros que já trataram o assunto (sim, a ideia não é inédita) e decidi passar 50 dias em função da honestidade radical, prática defendida pelo psicoterapeuta americano Brad Blanton. "Então é falar o que dá na cabeça?" Não necessariamente. Basicamente, a proposta é ser sincero consigo mesmo o tempo inteiro. Só assim se consegue ser com os outros. Ser honesto com seus sentimentos em relação às atitudes das pessoas que importam à sua volta. E já aviso para não enganar ninguém: fraquejei algumas vezes. Policiar as próprias mentiras é perceber a facilidade com que as cuspimos o tempo todo. Mas, ao reconhecê-las e voltar atrás, você assume erros e se mostra mais, inclusive o lado pouco louvável. Confessei pequenos pecados do dia a dia, extravasei inveja, egoísmo, prepotência, manipulação e futilidade. Porque eu minto. Muito. E quer saber? Você também.

Petulância sincera

Em seu livro de maior sucesso, Radical Honesty (sem edição em português), Brad Blanton explica por que mentimos tanto. Fomos educados assim. Desde a infância aprendemos a interpretar papéis no cotidiano. Mentimos para ser aceitos na turma do futebol, para a professora gostar de nós, para chamar a atenção da menina mais bonita da escola, para conseguir emprego. Interpretamos papéis autoimpostos - e lutamos para mantê-los verossímeis. Quando eu queria um brinquedo mais caro no Natal, puxava papo com minha avó, ouvia-a falar mal do Collor, concordava com tudo mesmo sem entender e buscava mudar o assunto para dizer como gostaria de ganhar aquela pista incrível de carrinhos. Bem, posso dizer que é "o meu jeitinho". A vida é assim, certo? Mas jeitinho é mentira. E mentira é a maior fonte de estresse e infelicidade do mundo, segundo Blanton. Ele diz que se todos parassem de usar tantas máscaras as pessoas teriam mais tempo e vigor para se dedicar a relações honestas. Vivemos o tempo todo a imagem que queremos ter de nós mesmos e que os outros tenham de nós. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos diz que 93% dos americanos assumiram que mentem regularmente. Estamos acostumados a agir assim porque é mais confortável. E vamos levando.

Percebi a facilidade com que mentia no terceiro dia. Um clássico: aumentar um conto. Em uma conversa sobre música, exagerei ao falar "que conheci o movimento punk da Lombardia". Que bobagem. Não conheci nada, só ouvi um CD largado na casa de um primo nos arredores de Milão. Nem sequer me dei ao trabalho de checar se o som era mesmo da Lombardia. A primeira máscara a cair seria a da insegurança cultural. As pessoas engoliam meu personagem antenado e eclético. E eu sentia necessidade de manter isso, para mim e para elas, o que produz muitas mentiras como efeito colateral. "Quando você assume que representa, você assume sua ignorância", explica Blanton. Ao assumir, fiquei inseguro por sujar minha pose ("Como assim você ainda não ouviu essa música!?"). Mas senti alívio. Parei de fazer esse papel e passei a dizer: "Não faço ideia do que você está falando. Conta mais". Em um almoço com a redação, demonstrei minha curiosidade ao aprender, por exemplo, que a suposta tartaruga que ajudou Charles Darwin a criar a teoria da evolução morreu em 2006. Antes, me sentiria mal em reconhecer que não sabia. Fingiria que conheço o assunto e acenaria com um vago "pode crer", enquanto caramujos, joaninhas ou huskies siberianos passeavam no pensamento, lá longe. O problema é que expressões assim não são saudáveis. O "pode crer" é o açúcar refinado da roda social. Adoça, mas em excesso faz mal.

O bem-estar me conduziu à prepotência. Afinal, eu estava me despindo de fantasias mentirosas que usava desde sempre. Eu falo a verdade, os outros mentem. Logo, sou superior. É o nível 1 da honestidade radical: revelar fatos sobre você. A súbita sensação de prazer deu um verniz de legitimidade a explosões grosseiras. "Você é pago para escrever qualquer lixo que sai da cabeça sem ninguém para questionar", disse a um amigo temporariamente insatisfeito no emprego. "Não vou divulgar a pesquisa, isso é um porre", a uma prima que pediu ajuda para colher respostas para um trabalho de faculdade. "Se você tirar o quebra-mato, seu carro ficará muito efeminado", a um editor desta revista. Cheguei a xingar uma colega em um dia de estresse. Estaria perdoado pela sinceridade. Mas não é assim. Extravasar raiva é um exercício que precisa ser usado a seu favor (veja mais nos boxes). Falar o que vem à cabeça não faz de mim uma pessoa necessariamente honesta. O caminho é outro.

Discutindo a relação

"Você só quer me pegar?", perguntou uma garota no bar, na lata. "Sim", respondi. "E só quer isso de mim?", insistiu. "Não. Às vezes tenho vontade de conversar." Achei que levaria um tapa (que foi o que aconteceu quando uma amiga perguntou o que eu tinha achado do seu corte novo de cabelo e respondi sem piscar "Está pronta para o abate"), mas não. Ela queria que fosse algo com sentimento. Fui sincero. Então não houve nada. Mas não dá para ser direto e honesto assim sempre na hora de paquerar. Uma pesquisa com universitários americanos diz que 34% dos homens admitiram mentir para ficar com alguém. E 11% das mulheres mentem sobre peso em sites de relacionamento, segundo a empresa de segurança online Symantec. Blanton defende que a honestidade é o caminho da felicidade em qualquer tipo de relacionamento. Então vamos lá. Outra garota perguntou, no 10º dia, o que eu faria no feriado. "Nada." "Que coincidência, eu também." Perguntei se era uma indireta para chamá-la para sair. "Não, sou eu te chamando para sair, se estiver afim." Fiquei impaciente e expliquei que a grafia certa é "a fim". "Obrigada, editor." A conversa acabou. Ela não me procurou mais.

Na 4ª semana, a superioridade virou uma sensação de estar se despindo em público. Incômodo, mas com certa dose de liberdade. Bastava não explodir tanto, apenas falar o que sentia e convidar as pessoas a compartilhar a sinceridade. Dói? Muitas vezes. É claro que falar "Olha, achava que tínhamos futuro, mas não vejo nada mais do que diversão em você, ainda gosto de outra" pode ser um caroço de azeitona na garganta. É muito mais fácil desconversar até que a pessoa desista. Aliás, "não há nada de errado, estou bem" é a mentira mais contada por mulheres e a segunda mais usada por homens, segundo o Museu de Ciência de Londres. Quem nunca?

Eu estava chegando ao nível 2 da honestidade radical: ser sincero com os sentimentos. Mas para isso precisava de mais dedicação das pessoas à volta. Quando a sinceridade está em via de mão única, é difícil. No 14º dia, em um bar, disse a uma menina frases do tipo: "Você tem uma desagradável necessidade de ser descolada" e "Para que escrever um livro de boatos sobre os outros, procure algo mais digno na vida". A única reação que tive como resposta foi um clima pesado na mesa e um olhar de pouco caso dela. Mas, no 22º dia, retomamos a conversa. Ela saiu da defensiva e tivemos um papo sincero pela primeira vez desde que a conheci. Mas foi só naquela noite. O casaco de couro, o batom vermelho e a pose blasé voltaram no dia seguinte. Pelo menos em público.

Ao dizer somente a verdade, você se abraça a ela porque é o que tem a oferecer. No 8º dia, antes da despedida da banda de uns amigos, um deles me perguntou sobre seu futuro musical. Ele estava emotivo, claro. E eu não podia mentir. Demorei alguns instantes para falar o que sentia: "Você precisa se dedicar mais a se divertir do que a tentar fazer sucesso. Não deposite nos outros colegas de música sua grande vontade de ser famoso". Eu me senti um idiota. Poderia ter dado rodeios e amaciado, falado algo que ele quisesse ouvir. Era o último show, caramba! Mas esse era o eu desprotegido falando, sentindo falta da manta quente da mentira. Fiquei tão perdido nesses pensamentos que quase não vi a reação dele: "Sim, você está certo". Sinceridade às vezes dói mais na gente. E por causa disso podemos deixar de falar a verdade a quem mais importa.

Solidão antissocial


A reta final foi um caminho mais sofrido. Não aguentava mais me testar e ser testado a todo momento. Não queria mais pedir que as pessoas repetissem o que estavam falando porque eu não estava prestando atenção. Não aguentava mais ser encostado na parede. Nove anos de histórias, brigas e paixões não correspondidas vieram à tona. A maioria das conversas, reconheço, foi boa. Tive reveladoras discussões com amigos de trabalho, faculdade e escola, colegas, chefe, chefe do chefe, garçom do bar preferido, dono do bar preferido. Mas cansa. Demais. Só não discuti a relação com ex-namorada.

Contabilizei 8 pequenas mentiras no período. Coisas irrisórias que passariam despercebidas normalmente, como "Não tenho dinheiro" para o vendedor ambulante da rua, quando na verdade eu tinha. Tinha a sensação que perdi a necessidade de mentir à toa. Mesmo que me achasse um pouco antissocial. Os melhores amigos se afastaram por um tempo. Com um deles cortei a relação de vez ao dizer à sua namorada que a turma inteira estava melhor longe dele. Passei a sair menos.

Não tinha mais vontade de conversar. Somente com quem se dispusesse a tentar ser sincero de verdade comigo. O que foi ótimo. Renovei amizades. No saldo geral, apesar de tudo, ouvi mais elogios que críticas à minha conduta. Mesmo cansado, estava indo bem, já que Blanton havia alertado que o processo é lento. Pena que ele não pôde acompanhar o final da vivência, pois nossa troca de mensagens foi interrompida quando ele foi supostamente preso durante os protestos do movimento Ocupe Wall Street, nos EUA. Tudo bem. Já estava bem menos apegado às mentiras fúteis que teimamos em incorporar no nosso cotidiano. Valorizava mais o que importava. "Acho que agora acertei", disse minha mãe ao voltar à cozinha e preparar um macarrão. "Está ótimo", respondi. Sincero.

RAIVA AMIGA

Como ser feliz em um relacionamento, segundo a honestidade radical
Engolir a raiva de amigo, marido ou colega, sem expressar o que se sente de verdade, é fonte de comportamentos ruins, como fofoca e vingança. Para evitá-los, é preciso expressar a raiva sempre, sem medir palavras. Brad Blanton explica que essa é a chave para um relacionamento maduro e sincero. Mas é preciso seguir regras.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Você pode até me julgar, mas...





Eu tenho a quem amar...
Tenho motivos para seguir em frente e nunca desistir...
Tenho quem nunca me deixará...
Tenho auto estima...
Tenho confiança...
Tenho atitude...
Tenho amor no coração...
Tenho a minha vida para viver...
Tenho uma missão a cumprir...
Tenho felicidade...
Tenho sonhos...
Tenho um futuro que nenhum preconceito vai destruir.










Vou me sentir sozinho muitas vezes, mas eu tenho quem me guie de volta pra casa... Essa pessoa não é como você, ela é diferente, tanto de corpo como de alma... Ela sabe me fazer feliz e me deixar calmo nas piores horas da vida... Ela é como um anjo que cuida sempre e sempre de mim... Só ela consegue me fazer dormir em noites de tempestade... Só ela me faz dar gargalhadas da vida...







Você tem todos esses motivos para ser feliz? Você tem alguém para amar?
Tendo ou não, por favor, não me julgue por não ser igual.

Brenda Dias

domingo, 20 de novembro de 2011

Depois do trabalhao q deu fico pronto  e com as materias ta ai o final dele rsrs

Esse produto totalmente reciclavel e nao agride o meio ambiente.

Robo RobY se alguen quiser estamos vendendo $$ valor e como encomendar so ligar 36253100 kkkk falar com o rey

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Eles o fazem de graça

Tem gente que ganha a vida criticando os outros. Eu entendo. Eles têm pelo menos uma boca para alimentar. Se realmente sãos bons nisso, que o façam. 

O que eu não entendo é aqueles que o fazem de graça. Pessoas patéticas, tristes, e vazias, cuja existência é tão insignificante que têm que atacar os outros a fim de justificar o seu próximo fôlego. 
Se pelo menos eles dedicassem sua energia para ajudar uma alma menos afortunada. Quem sabe, talvez, eles começassem a se sentir melhor com eles mesmos. 

O problema é que não é tão fácil encontrar almas menos afortunadas do que a deles mesmos!

 Posso ter poucas amizades, mas as poucas que eu tenho, são verdadeiras.
 Posso ter poucas amizades, mas as poucas que eu tenho, são verdadeiras.
 APOSTO Q VAO GOSTAR VALE APENA VER
         http://versosverdades.tumblr.com/     

TRABALHO GESTAO



Trabalho
<<<<PROCURANDO  GARRAFINHA
WERIX  ELE PODIA DAR A VOLTA KKKKKK RI MUITO QUASE Q NAO SAIU



PESSOAS Q AJUDARÃO NA PROCURA DOS MATERIAS                  


MARIA ELA É A TOP OBRIGADO

COM A AJUDA DO GRUPO E DA MARIA E DOS DEMAIS MAIS UMA DAS NOSSAS METAS COMPLETAS , ARRUMAMOS AS MATERIAS PRIMAS PARA OS ROBOS  EM BREVE VENHO A  MOSTRA PARA VCS  °)  ASS: REY

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Um Recado sobre as Reclamações

O cansaço se torna você quando você não dorme o suficiente. Isso é um fato, não reclame, nem resista, simplesmente vá dormir.

Já reparou que a gente adora reclamar, até por picuínhas? Parece até que sentimos prazer nisso, como se isso viesse ajudar a tirar tudo pra fora, como um desabafo. Mas será que ajuda mesmo?

Vamos ver. Por favor seja sincera ao responder as perguntas abaixo:

* Você gosta de ouvir gente reclamando?
* Por acaso você muda a situação quando reclama?
* A reclamação é algo positivo ou negativo?

Eu acho que a ficha agora caiu!

Você já ouviu Jeffree hoje?

Considerado "A rainha da internet" Jeffree começou sua paixão por maquiagem e roupas femininas em Hollywood e depois iniciou sua carreira musical no Myspace. Seu primeiro albúm em estúdio foi gravado em 2009 que levou o nome de Beauty Killer, sendo o single com o mesmo nome.

Quer ouvir músicas, ver vídeos e fotos? Acessa: http://www.myspace.com/jeffreestar

Anna & Werix

MICHAEL JACKSON ESTA DE VOLTA !

Estou de volta!

Sei que à mesmo muito tempo que nao venho cá, mas deu-me uma súbita vontade de escrever, até porque fiquei contente em ver que alguem le as minhas mensagens e espera sempre mais.. Obrigado por todos os emails, e toda a atenção dada.. Sei que muitos de voces nao sabem e nao conhecem o meu rosto, mas isso nao é o mais importante, o mais importante é conhecerem-me através dos meus textos.. Estou de volta, pois acho que nunca devemos abandonar um projecto, no qual sempre dedicamos o nosso carinho!! Mesmo que um dia nao escreva para ninguém, escrevo para mim, para o monitor, que muitas vezes atura a disposição de quem está á sua frente... E porque, devemos sempre recordar o que foram as nossas, as minhas lembranças...
 
 
 

Aqui está a pá!

A sinceridade é a pá que você usa para escavar e descobrir as raízes ruins na sua vida.
No momento em que você decidir ...

tirar a máscara
deixar a hipocrisia, e
confrontar os seus medos


...Então você estará pronto para começar a procurar as raízes de seus problemas.
Você está pronto para começar a cavar?
‘Eu te amo’, as pessoas dizem o tempo todo e eu vou ser honesta com você, eu odeio isso. Sim, eu vou usar a palavra ‘odeio’ que tantas pessoas acham ofensiva exatamente pra que você entenda. Eu odeio quando as pessoas dizem ‘eu te amo’ e deixe-me dizer porque.
O amor não é um sentimento. É uma ação. Quando você ama, você faz algo por aquela pessoa, você acrescenta na vida dela, você muda o mundo dela… e honestamente, isso raramente acontece não é verdade? Eu estou cansada dos muitos ‘eu te amo’ simplesmente porque gostaram de algo que eu disse ou fiz. Eu acho que Deus se sente da mesma forma…
As pessoas dizem que amam a Deus o tempo todo, mas o que estão fazendo por Ele? Nada. É um sentimento, é passageiro, é só mais uma maneira religiosa de se lidar com Deus. A maioria das pessoas só querem usá-Lo. Assim como a maioria das pessoas querem usar você. Mas há aquelas poucas que verdadeiramente amam a Deus e mostram através do amor verdadeiro que têm por você. Talvez elas não estejam dizendo ‘eu te amo’ mas estão mostrando o dia todo.
Aprenda a reconhecer essas pessoas e não fique só usando-as, ame-as em retorno – de verdade.






Ass : Camila,Leticia e Giselle.

Estúpido e preguiçoso



Quando você diz, "Não dá, isso é muito difícil, não vou conseguir. Não adianta nem tentar," e coisas desse tipo  é porque você se acha estúpido ou simplesmente preguiçoso?
Dizer que não é possível porque não se acha capaz é o mesmo que se achar estúpido.

Dizer que não é possível porque você não quer se dar ao trabalho, aí já é preguiça.

Se o objetivo desejado vale a pena, então você tem apenas essas duas opções: Crê que é capaz e arregaça as mangas, ou crê que é incapaz ou preguiçoso demais para lutar por ele.

Qual a desculpa que você tem usado para não perseguir seus objetivos?
 


A Rede Social | Trailer 2 Legendado | Dezembro nos cinemas

Moda ♥ Moda ♥ e mais Moda ♥

Que tal ver o que rola na moda no mundo inteiro?

CALIFÓRNIA

SÃO FRANCISCO

PARIS

FINLÂNDIA


FLORIANÓPOLIS

BERLIM


E o que você achou? Quer ver mais moda? modelmee.blogspot.com , quer que a sua foto vá para o Model Mee? ana_roqueira1994@hotmail.com. Beijo




Anna & Brenda

Geraçao Y - Jornal da Globo parte 3

Geraçao Y - Jornal da Globo parte 4

Câmera Digital

Eu tinha acabado de ganhar minha câmera digital e queria testa-la imediatamente e assim que cheguei ao lugar aonde iria almoçar, vi uma roseira toda murcha e observei que só tinha uma rosa brotando dela, os outros brotinhos estavam mirrados! Então me aproximei bem, ajustei a câmera e tirei a foto… Quando mostrei para minhas amigas, elas disseram que estava linda e perguntaram onde eu havia fotografado e apontei para a roseira sem graça! Quando olhávamos para aquela roseira de longe não conseguíamos ver nenhuma beleza, mas ao me aproximar, chegar bem perto, vi essa rosa que vocês podem ver na foto acima, muito linda!
E não é assim também que acontece na nossa vida? Às vezes olhamos para uma pessoa de longe, ou por informações de outros e não vemos nada de bom, julgamos sem ao menos lhe darmos uma chance.
Mas quando nos aproximamos, sem receios, sem preconceitos e sem olhar pelos olhos dos outros, vemos a beleza daquela pessoa. De repente de longe ela até passe uma impressão que é metida, orgulhosa, fechada, etc… mas quando você a conhece melhor, tudo aquilo que pensava a respeito dela cai por terra!
Então, a partir de hoje quando quiser testar sua “câmera digital” em relação a alguém, saiba que a melhor coisa a se fazer é se aproximar bem e ver o que de bom aquela pessoa tem a oferecer, você vai se surpreender!!!

Fonte: http://cristianecardoso.com/

Você conhece a Geração Y ???

Qual é o alinhamento estratégico que as empresas estão fazendo para se conectarem com a geração Y?  -  Eles existem e podem nos indicar os novos caminhos dos mercados do futuro. Saber o que eles pensam pode fazer total diferença. Conheça um pouco mais dessa “tribo” que está aterrisando no mercado de trabalho e promete revolucionar [...]


Camila Fardin.

Geração y

Geração Y: Também conhecidos como “Millennials” e como a primeira “Juventude Global”, é a grande geração da internet. Nascidos na década de 80, hoje os millennials podem fazer vídeos, comunicar-se via rede com alguém do outro lado do mundo, ler conteúdos em russo graças aos tradutores disponíveis na web, e muitas outras coisas. Os Millennials têm um poder de compra bem mais elevado que o dos Baby Boomers, de aproximadamente 111% a mais.


Olá pessoal. !!!!


Estão todos falando sobre : "Geração Y " ... mas será que as pessoas realmente sabem o que é a Geração Y ?????
Para quem não sabe,ai vai uma definição de " Geração Y":


 ''A Geração Y, também chamada geração do milénio ou geração da Internet.Essa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram-nos de presentes, atenções e atividades, fomentando a autoestima de seus filhos. Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo. Uma de suas características atuais é a utilização de aparelhos de alta tecnologia, como telefones celulares de última geração, os chamados 'smartphones' (telefones inteligentes), para muitas outras finalidades além de apenas fazer e receber ligações como é característico das gerações anteriores.
Enquanto grupo crescente, tem se tornado o público-alvo das ofertas de novos serviços e na difusão de novas tecnologias. As empresas desses segmentos visam a atender essa nova geração de consumidores, que constitui um público exigente e ávido por inovações. Preocupados com o meio ambiente e as causas sociais, têm um ponto de vista diferente das gerações anteriores, que viveram épocas de guerras e desemprego.
Mas se engana quem pensa que na Geração Y tudo são só flores. Nascidos numa época de pós-utopias e modificação de visões políticas e existenciais, a chamada Geração Y cresceu em meio a um crescente individualismo e extremada competição. Não são jovens que, em geral, têm a mesma consciência política das gerações da época contracultural. E também, como as informações aparecem numa progressão geométrica e circulam a uma velocidade e tempo jamais vistos antes, o conhecimento parece que tende a ficar cada vez mais superficial.
Em contrapartida, e por razões que nos nossos tempos parecem óbvias, a chamada Geração Y tem sido mais preocupada com o meio ambiente que as gerações precedentes, o que revela um contraponto ao individualismo empedernido.''




Ass: Giselle

Vamos ser uma nova geração.A geração que vai mudar o mundo....
Fazer com que as pessoas fiquem mais ligadas com a tecnologia.
Precisamos fazer com que o futuro seja 10 vezes melhor do que hoje!!!!


Ass: Leticia Sales

A geração Y na Política.

Todas as pessoas procuram ser felizes, procuram fórmulas, traçam metas ou idealizam pessoas.
A verdade é que a felicidade completa está imbutida em uma palavra simples, mas que uma vez que se perde, nunca mais se recupera: Ignorância.
Ignorância, as pessoas não sabem o que acontece em sua volta, não sabem o que acontece com o seu país. Elas se limitam ao que a mídia fornece ou talvez nem isso, a informação real não chega as pessoas e elas, pensando que o que aparece na TV é totalmente confiável, se tornam pessoas alienadas.
A culpa disso tudo pode ser atribuida a duas pessoas: Eu, e você.
Nós somos os maiores culpados por existirem pessoas alienadas no nosso país; isso porque somos egoístas e damos 100% do nosso interesse para os objetivos pessoais. Mas, quando nos envolvemos em um projeto, algo que possa mudar a forma com que os brasileiros veem o seu país e a sua própria participação nele, os maiores privilegiados somos nós.
É uma equação simples, sem a mobilização, nada acontece.
O voto é uma grande conquista, mas ainda assim não é o suficiente, uma pessoa sozinha não muda o mundo, mesmo sendo a pessoa mais poderosa da Terra, agora... se todos se unirem, as coisas são diferentes.
Nós, geração Y, jovens, que ainda temos muito o que gritar para o mundo, mais cedo ou mais tarde teremos que assumir toda essa responsabilidade.
É importante que desde já estejamos preparados e no meio da política do NOSSO país.
É tarde demais para ter sonhos americanos, nós somos brasileiros, não importa onde.Então, porque não vestir a camisa e tentar mudar o seu mundo e o seu país?



Luana Oliveira